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terça-feira, 15 de novembro de 2011

Reckless.

Sabe aquele tipo de estupidez que você precisa levar a cabo pra ter certeza que era realmente tão estúpido quanto soava na sua cabeça?
Pois é.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Aos Srs. Credores do Banco Cósmico

Chega o ano novo e, junto com novas roupas e cortes de cabelo, chega também uma impaciência pra querer resoluções mais acertadas que as do ano anterior. E já tem uns anos que venho prometendo a mim mesma fazer o bem no ano seguinte, pois eu, que sempre acreditei nessa história de carma, esperando que isso realmente funcionasse e todo o bem que tinha feito voltasse pra mim, achava que esse era um exemplo de resolução acertada.
Porém, ultimamente, ando meio duvidosa da eficácia dessa coisa. Pois, até agora o carma só me tem feito esperar pelo momento em que estas boas ações que realizei retornem de alguma forma para mim.
Desta forma, se esse tal de carma realmente existe, só posso imaginar que essa maré de não retribuição seja por conta de alguma dívida que ainda não consegui quitar junto ao banco cósmico. Ou então que se trate de algum tipo de investimento a longo prazo, daqueles em que o retorno só começa a aparecer cinqüenta anos depois – quando, além de você não se lembrar que tinha o dinheiro, também não precisa mais dele.
E como essa situação de ficar com saldo devedor na minha conta cósmica todo mês está ficando cansativa, decidi me rebelar.  Pois acredito que estou pagando, e com juros, todo o mal que possa ter feito nessa vida. 
Por isso, gostaria de informar aos senhores credores do banco cósmico desde já que esta carta pode ser considerada meu protesto à dívida de carma que possuo junto a esta instituição. Assim, a partir de agora, cessarei o pagamento de toda e qualquer quantia ao banco cósmico, inclusive aquelas referentes à simples movimentação da minha conta.
Pra me ajudar ele nunca está aí, mas aposto que depois de ler esse protesto ele vem me pegar.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Espertos são os outros.

As redes sociais são o puro reflexo da ansiedade. Twitter, Facebook e, às vezes, até os blogs viram ferramenta da nossa necessidade de externar tudo, de imediato, ao mesmo tempo. Porque às vezes nos falha ou é simplesmente ausente o sistema de filtragem e, quando vemos, já vomitamos tudo sem analisar nada, sem dar tempo pra nada. A verdade é que fazemos isso o tempo todo, dando às redes sociais vida longa e próspera.  

Mas, veja bem, não estou dizendo que isso é culpa das redes sociais. Espertas foram elas de perceber a nossa fragilidade e nos dar um meio de colocá-la no mundo. Bombardeamos todos à nossa volta com milhares de sentimentos por dia, mares de opiniões colidindo a cada segundo. E não paramos muito tempo pra pensar antes de fazer isso – apenas deixamos vazar indiscriminadamente.

Levou um tempo e certa atenção até perceber isso, mas hoje evito falar tudo o que guardo aqui. E não foi por achar que não devemos falar – acho que a expressão nos faz mais atentos a quem somos, falei disso ontem. Mas foi por perceber que, colocando tudo tão rápido pra fora, às vezes esqueço-me de dar o tempo necessário pra processar aquilo que estou sentindo. Não é à toa que vivem dizendo que o tempo é o melhor remédio (por mais que a gente nunca acredite, eles são chamados de ditados populares por uma razão óbvia: todo mundo sabe).

E aí, quando penso nessa dualidade entre sentimento e racionalidade, sempre me vem à cabeça uma situação que acho que todo mundo já viu ou viveu na vida: a do melhor amigo instantâneo. Sabe aquela pessoa que, mal lhe conhece, já conta todos os detalhes da sua vida pra você? Enquanto você mal conseguiu dizer seu nome completo, ela já disse quais a viagens que fez, como é o sexo com o namorado, qual a falha da melhor amiga... Enfim, ela te dá tudo enquanto você ainda não deu nada, quando ainda está tateando o campo da amizade, avaliando se vale à pena agregar essa pessoa no seu círculo. Desnecessário dizer que, por vezes, isso gera um desconforto enorme. Porque, convenhamos, nem sempre queremos saber tudo o que o outro tem a dizer assim, de uma vez, tão rápido. Too much information, diriam os americanos.

Com as redes sociais, a situação é a mesma. Não é só porque o Twitter e o Facebook estão ali te dando corda que eles são seus melhores amigos. Claro, vocês podem vir a compartilhar uma grande amizade, mas isso nunca aconteceu do na instantaneidade de um segundo, não é mesmo?

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Paralelas.

Tem coisas com as quais não concordo nessa vida. Você pode vir, tentar me explicar... posso até entender, mas vou continuar não concordando.
O fato de como as mídias sociais facilitaram a banalização, por exemplo. Primeiro, vamos esclarecer: nada contra as mídias sociais, acho ótimo, válido e super faço parte desse contexto. Mas, todos temos que concordar que, ao se tornarem uma pequena (ou grande) extensão da nossa vida, elas abriram espaço para que algumas pessoas exagerassem no compartilhamento de informações (leiam: fotos, sentimentos, revoltas, etc.).
Morre alguém, você bota um LUTO bem grande pra todos os seus 579 amigos verem que você está sofrendo. Você tirou fotos umas fotos mais insinuantes, que legal. Mas todos os seus 579 amigos precisam vê-las?
Ninguém na vida real chega alardeando pra todos os amigos que está de luto. Nem compartilha fotos mais pessoais com todos. Porque? Porque a gente filtra... tem coisas que são mais pessoais que outras.
Na internet parece que as pessoas perderam essa noção de intímo, de pessoal. Tudo é passível de análise microscópica pelos seus 579 amigos. Onde você vai/foi, que tipo de brincadeira você faz com seus amigos mais próximos, tu-do.
Do ponto de vista leigo, basta dizer que essas pessoas não são todas seus melhores amigos. E que algumas delas podem nem gostar tanto de você assim. Você realmente quer compartilhar toda a sua vida com elas, sem discrições?
Mas do ponto de vista psicológico - e, porque não, até sociológico - essas atitudes demonstram como as mídias sociais facilitaram o caminho para a exposição. Coisas que você provavelmente nunca faria na vida real... a world wide web te dá essa abertura. Tem gente que cria completamente outra persona pra viver nesse mundo - vide Second Life e The Sims!
Daí a coisa deixa de ser apenas uma extensão online da sua vida e passa a ter completamente outro prisma, passando a ser uma vida parelela, na qual nos sentimos perfeitamente confortáveis pra sermos coisas que jamais sonharíamos ser na vida real.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Momento lojinha.

Eu não sou muito fã de divulgar coisa alheia no meu blog mas, além da pessoa ser uma grande amiga minha, ela é talentosa e merece!
Essa é a coleção de acessórios da minha amiga Anna Paula Martinelli. Ela é designer de jóias e também desenha e confecciona roupas, além de trabalhar em uma das malharias que vendem tricots para todas as marcas hypadas do Brasil - como Animale, NK Store, Carmin, entre outras - a Lafort.
Tem colares para todos os gostos e o preço é super acessível (na faixa dos 40 a 55 reais), além de serem de ótima qualidade e terem o meu selo de aprovação - que sou fã da Anna desde os primórdios e possuo, em minha coleção de jóias, um design exclusivo que somente eu e a própria designer temos nesse mundo.
Pra quem não gosta de bichos e não curte muito preto, ela também está fazendo acessórios em acrílico branco e transparente, além de ter uma cartela de pingentes gigante, ou seja, não precisa ser igual o de todo mundo!
Quem tiver interesse é só deixar um comentário ou um reply pra mim no Twitter que eu mando o contato da moça pra vocês!
Aí vão as primeiras peças dessa coleção... eu adorei!







Não são tudo?!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Sem mistério.

Curso de etiqueta social. Seriously?
É, o clube de campo do qual sou associada mandou um e-mail me oferecendo um curso de etiqueta social.
Okay, nada contra boa educação. Mas, sério... isso é básico. Modos. Não arrote à mesa (a não ser que você esteja na Índia ou Oriente Médio), não solte pum em público, não fale mais alto que todos, não encare as pessoas, mastigue de boca fechada, use os talheres corretos.
Tudo bem, talvez eu não saiba comer lagosta, mas pô... bom senso, né povo?
Sua mãe não precisa te dizer tudo isso - muito embora ela vai acabar dizendo - pra você saber que certas coisas são falta de educação. É só olhar em volta.
Tá indo numa festa das colegas de faculdade da sua avó? Vista um vestido menos curto.
Tá no escritório? Não ria tanto ao telefone com a sua amiga.
Foi jantar na casa dos pais do seu futuro marido? Não arrote à mesa e não encare a roupa da sogra.
Resolveu fazer uma aula de meditação e yoga? Não fale alto.
Isso é básico, gente. Não saber usar o talher certo pode ser uma gafe, mas só seria falta de educação se você soubesse qual de fato usar e se recusasse a fazê-lo.
Na dúvida, sempre dá pra perguntar. E não mata ser simpático em situações em que você está completamente fora do seu elemento. Um sorrisinho simpático praquele senhor sem graça pode ser o ticket para o melhor emprego da sua vida, you never know what life will bring along...
Observar te leva longe. E a melhor maneira de ser aceito em um ambiente é agir de acordo com aquilo que a ocasião pede.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Direto do front II.

Fato é que, embora não goste de admitir, eu devo dizer que uma vida sem relacionamentos é uma vida menos emocionante.
Tudo bem... você passa menos raiva. Mas, por outro lado, você tem bem menos assunto pra comentar. Imaginem as duas situações:

Situação 1: Abstinência.

- Oi amiga, como foi seu dia?
- Ah, nada de mais. Academia, estágio e uma voltinha no shopping à noite.
- Hmmm...
- E o seu?
- Ah, trabalhei e passei no salão fazer a unha. Só.
[...]

Situação 2: Back to black.

- Oi amiga, como foi seu dia?
- Ah, não fiz nada de diferente, maaaaasssss... adivinha quem me ligou pra gente ir no cinema?
- Quem?!
- O carinha de sexta à noite! Ai que tudo, não achei que ele fosse ligar, mas acho que estava enganada!
(meia hora depois, ainda falando do tal cara...)
- Guria, que tudo! Aproveite e não faça nada do que eu não faria! HAHAHA
- E você, como foi?
- Então, sabe o meu rolo? Lembra que a gente tinha terminado né?
- Sim, claro. Aquele canalha...
- Me mandou flores hoje, pedindo desculpas e dizendo que quer tentar de novo!
- SÉRIO? NÃO CREIO!
- A-HAM!
- Sabia que ele ia perceber que você não é pra se jogar fora!
- Aiiii, to super feliz, espero que dessa vez dê certo!
- Eu também. Imagina que tudo a gente saindo de casal?
(mais meia hora de devaneios...)
- Vou dormir, guria.
- Eu também...
- Boa noite! E sorte no cine amanhã com o cocoto!
- Valeu amiga! Sorte pra você também!!!!

Antes, eu mandava e-mails quilométricos contando sobre o desenrolar de cada flerte. Agora, quando mando um e-mail a cada dois dias com novidade já é muito. Tá vendo? Tá vendo? Até as conversas com as minhas amigas estão sendo prejudicadas pela minha abstinência!
Não sei mais quanto tempo poderei comprometer as minhas amizades por causa disso... no meio tempo, a resistência continua.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Pequenos ajustes.

É possível estar meio vazia?
Meio sem ânimo, meio sem vontade.

Ficar à toa custa sua paz de espírito. Te dá muito tempo pra pensar na vida, e isso é um perigo! Por favor, devolvam meu estágio logo. Essa gripe suína está incomodando...

Por outro lado, me deu um tempinho pra pensar sobre uma questão que há muito está me incomodando: meus relacionamentos. Eu, nessa minha ânsia 2009 de não me envolver com ninguém, acabei ficando meio intolerante. Ok, talvez seja a idade... mas não vamos falar disso. Em todo caso, fato é que eu decici que não aceito mais qualquer um. Porém, óbvio que ainda tenho desejo de ganhar beijos e abraços, então acabo esbarrando com um ou outro flerte antigo.

Mas tem um destes flertes que me incomoda. Me incomoda na forma como é displicente com coisas que eu não sou. Entre tantos outros problemas que permeiam nossa relação, coisa que nem devo citar agora, o fato é que ele é o meu beijo certo há algumas semanas. Mas eu não sou prioridade dele, assim como ele não é a minha. Minha faixada 2009 está sendo mantida: no strings attached. Porém, lá no fundo, isso me incomoda.

Eu gosto de ser prioridade. Eu gosto de ser #1 da discagem rápida do celular. Fato. Quem não gosta, né? Estaria essa minha MONARQUIA DO EU dando errado? Acho que não.

Porém, acredito que está na hora de mudar um pouco as regras do jogo, ser forte e resistir às tentações. A próxima pessoa vai ter que me fisgar pelo coração.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Guru pop.

Estava lendo um blog ontem, que por responsabilidade jurídica e temor de retaliações (hahaha, aham!) não irei citar qual é, onde a moça ficava goin on and on sobre como ela ria da infelicidade de seus inimigos. Gente, inimigos? Oi, o que é isso? Que coisa mais ultrapassada ficar odiando as pessoas. Ter arquinimigos. Chega a ter até um tom meio vintage escutar que uma pessoa tem um inimigo nos dias de hoje. Inimigo é coisa dos autos de 1800 e lá vai pedrada. Quando as pessoas matavam os outros pra defender sua honra, quando os conceitos de amizade e, principalmente, de lealdade não eram pautados por iteresses instantâneos.
Hoje, basta a fulana ficar com o cara que você ficava e pronto, está feito o inferno! Ou alguém que você gosta começar a andar com alguém que você não suporta. Sei lá, alguma dessas coisas da vida. Eu já passei por isso, oras, sou mortal. Mas cá com meus botões, aprendi a esquecer essa coisa de inimizade. Como é cansativo ficar observado o fracasso do outro. Declarar discórdia pros 4 ventos.
Porque não deixar o carma tomar conta do assunto e esperarmos sentados pelo resultado, sem sofrer qualquer tipo de culpa emocional por ter (mesmo que inconscientemente) impulsionado o fato? Moderninha eu, né? Praticamente uma Madonna com a sua cabala.

Mas falando sério... o ditado é velho, mas na voz do J.T. ecoou na minha alma: "what goes around, goes around, goes around... comes all the way back around". E juro que digo isso com propriedade, porque já fui mordida no rabo zilhões de vezes.

Cansei de querer enganar, dissumlar e esperar o fracasso alheio. Se estou com dois caras ao mesmo tempo, tenha certeza que ambos estarão cientes. Se penso em beijar outro naquela noite, pode deixar que eu aviso antes. Se eu não gosto de você, a notícia chegará aos seus ouvidos pela minha pessoa. Se você é minha competição direta, pode deixar que eu te dou um heads up. E lido com as consequências no melhor estilo Faustão de "quem sabe, faz ao vivo".

Faço as coisas que eu quero, não meço palavras e caras feias mas, em compensação, também não me ofendo com as que são direcionadas pra mim. Bem mais simples e ainda ajuda você a evitar as famosas rugas de preocupação que surgem quando ficamos franzindo a testa constantemente.

Afinal, quer coisa mais exaustiva de ficar acompanhando os passos de outra pessoa e nem sequer ser pago por isso? Se eu ainda trabalhasse no Ego...

Um trevo de quatro folhas.

Faltam poucas horas pra prova e eu ainda não estudei nada. Pior: também não trabalhei.
Eu tenho que começar a parar de achar que a sorte é minha amiga.
Porque, definitivamente, ela não é.

Sorte seria você conhecer alguém interessante e que não tivesse qualquer relação com o seu passado amoroso recente.
Sorte seria ter a genética de uma pessoa magra. Comer, comer, comer e não engordar sequer míseras 400gr. Ao contrário do meu destino, que me impede de sair e não contar calorias ou comer e não correr pra academia quase chorando pelo final de semana engordativo.

Mas, vamos combinar que essa sorte aí de cima é uma sorte meio relativa. Seria sorte não conhecer alguém que te diverte só porque esta pessoa tem conexão com o seu passado? Deixar de comer as coisas que você gosta só pra poder ficar fit to perfection?

Afinal, sorte é sinônimo de destino (não acredita? veja aqui). E se entendemos destino como uma série de fatos que irão determinar o curso de nossas vidas, que é definido pelas ações que tomamos, devo dizer que tenho MUITA sorte.

Sorte por ter escapado de um (ou três) namoro cretino, de poder comer à vontade porque sei que a academia acaba com isso, olhar pra trás e pensar que a vida foi bem boa comigo. E ainda é - meus desafetos que o digam. Afinal, sorte mesmo é: ter 23 anos, estar em plena *cof* forma, festejar meu aniversário, me sentir querida pelos amigos e família (e até pelo M.A. do ex), ganhar toneladas de abraços, presentes, voltar pra casa com o dia claro e pensar: que final de semana irado.
Essa tal de Sorte pode até não ser minha amiga, mas que ela gosta de mim, ahhhhh... isso ela gosta!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Temáticas.

Não sei se sou só eu, mas adoro uma comemoração. Quer dizer, vou reformular: adoro comemoração, mas gosto mesmo é das minhas festas de aniversário.
Desde que me conheço por gente, eu comemoro essa data sagrada em que dei meu primeiro sopro de ar puro. Algumas comemorações mais singelas, outras nem tanto. Todas temáticas.
Comecei com uma festinha pros íntimos, com um bolo de côco em formato de cachorro no meu primeiro ano de vida. Daí fui evoluindo. Festa dos ursinhos carinhosos (com bengalinhas de açúcar penduradas no teto e muitos balões cor-de-rosa), tema de casa de bonecas, daquelas meninas que viravam flor (ou seriam flores que viravam meninas?)... Todas com direito a docinhos decorados no formato dos personagens-tema da festa. A coisa era levada tão a sério que, na minha primeira comunhão, os docinhos eram em formato de bíblia e taça de vinho. Verdade.
Houve um tempo, aquele que chamamos de adolescência, em que eu não quis comemorar. Decidir ficar com o clichê das festinhas americanas.
Mas tudo mudou quando eu fiz 18. Ahhhh, que divertido. Arrumei a casa toda, balões coloridos, pratinhos e copinhos com tema. Nos últimos quatro anos comemorei na balada, com apenas um churrasco pra família em casa. Mas, nem na balada deixei que o espírito se perdesse. Chapéuzinho pra todo mundo, pulseirinhas de neon, balões de gás hélio, pratinhos decorados, coroa pra aniversariante. Meu negócio é preparar a comemoração. E garantir que ninguém esqueça que, naquele dia, foi o meu aniversário.

P.S.: O tema deste ano são princesas. Da Barbie.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

Depois de Harry Potter...

Gente, descobri uma coisa: Edward Cullen é a epítome do homem que toda mulher merece!
Ontem, depois de muito relutar, vi Twilight pela primeira vez. Sério. O filme não é lá grandes coisas, mas Edward Cullen repara qualquer erro de narrativa. Estou apaixonada por ele, ou melhor, pelo que ele representa.
Misterioso, gentil, forte, protetor... incondicionalmente apaixonado. Não é um homem assim que toda mulher sonha ter? E o pior que não atinge só as adolescentes (ou as adultas com síndrome de teenager, como eu), ele é o símbolo universal. Além do que, o fato dele ser imortal pode apelar para qualquer mulher, uma vez que, mesmo com aquela carinha de bebê, ele tem muito mais anos somados do que qualquer uma de nós.
Acho necessário ter mais histórias de amor incondicional. De amor instantâneo, meio inexplicável. Precisamos desse tipo de amparo. Não é possível pensar que nos conformaremos com qualquer bebedor de cerveja, semi-simpático, adorador de futebol que esbarramos na rua.
Fiquei tão apaixonada pelos personagens que hoje fiz a minha nova aquisição: um box de livros da série.
PRECISO saber o que acontece depois.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Twitter.

Que semana corrida, gente. Acredito que mais pro final dela, eu consiga postar aqui alguma coisa que tenha mais do que oito míseras linhas. Mas é que a coisa tá complicada. Em meio a preparativos, contagens regressivas e muitos processos na minha mesa, eu vou levando esta segunda semana do mês no ritmo de maratona.
Mas, pra quem quiser me acompanhar, tem sempre o twitter.
Beijotchau.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Se hoje...

Se hoje não fosse sexta, eu teria sérios problemas com pessoas que se fazem de João-Sem-Braço.
Se hoje eu não fosse sair, teria mais problemas ainda com os caras que acham que é só chamarem que você sai correndo ao encontro deles.
Se hoje não tivesse chances de ser um dia maravilhoso, eu ficaria brava com o céu horrível que está do lado de fora.
Se hoje não fosse o começo do final de semana, ficaria indignada com as coisas que vejo nos noticiários.
Mas, como hoje é sexta e eu tenho um bom pressentimento, eu vou ignorar todos estes indícios de caos e simplesmente aproveitar! Afinal, como diriam RONALDO SUPERAÇÃO e DANIEL RADCLIFFE, concentrar-se no problema é esquecer que existem outras coisas maravilhosas por aí.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Monarquia do Eu.

Primeiro: vou declarar, desde já, que sou fã #1 do Chris Crocker. Sério, ele ilumina minhas tardes tristes.
Pra quem não sabe, o Chris é aquele rapazinho (ou seria mocinha?) que ficou famoso no YouTube quando resolveu postar um vídeo onde pedia encarecidamente pra que as pessoas deixassem a Britney em paz (pra quem não lembra: www.youtube.com/watch?v=kHmvkRoEowc). Repercussão geral, muito bafafá no mundo em torno do ataque histérico da nossa amiga.
Desde então, descobri que o Chris tem outras pérolas guardadas no seu acervo. Entre acertos e erros, o jeito nigga meets white trash princess e as maquiagens MARA - sério, meninas, dêem um look nas maquiagens do sujeito, é de ficar pu** da vida - Chris Crocker também é conteúdo: www.youtube.com/watch?v=Rp198k984Yw.
Codependency é demais. Sério. Tiradas fenomenais à parte, o que ele diz é muito verdade. Ninguém vai gostar de você se você depender desse alguém pra ser feliz. Por isso, parafraseando meu querido ídolo pop virtual: WAKE THE F*CK UP, BITCH!
[...]
Inspirada nessa onda, hoje resolvi começar uma nova forma de governo: a MONARQUIA DO EU. É, é isso mesmo. Pronto, falei.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Mischevious subconscious.

Sonhei, pela terceira vez, que estava sendo traída pelo meu amigo. Sério, subconsciente, pare de me colocar em situações desagradáveis.
Além da brincadeirinha sem graça acima mencionada, meu subconsciente adora me ver sofrer. Adora me ver chorando por amores impossíveis, chamar de vagabunda a namoradinha do meu amigo, achar que estou sendo traída. Tudo isso só pra eu acordar com o coração na mão e raiva de ter acreditado no sonho.
Eu sei que tem gente que vive dizendo que não lembra dos sonhos e que tem inveja de eu lembrar tudo que aconteceu na minha aventura imaginária mas, ultimamente, não sei se ando querendo lembrar dos meus sonhos. Motivos? Bom, primeiro porque a metade deles me prega peças emocionais e, segundo, porque a outra metade é tão esdrúxula que eu nem entendo como o meu cérebro - aparentemente tão controlado - consegue dar cabo de tais fantasias.
Sonho com meteoros antingindo a minha casa e partindo tudo pelo meio. Sonho com meus pais ateando fogo na nossa casa, só pra não ver ela ser invadida por indigentes enquanto estava desocupada (imagine meu desespero no sonho tentando salvar meu guarda-roupa, ave!), entre outras maluquices sem sentido.
Porém, se eu for fazer um levantamento histórico, acho que meus sonhos sempre foram um pouco estranhos. Vejamos:
Quando eu era pequena, sempre sonhava que estava voando. Sempre na mesma cidade, com as mesmas pessoas, a única coisa que mudava eram os acontecimentos. Neste sonho recorrente, toda vez que a história acabava, eu voava até uma rua sem saída que, oportunamente, acabava num penhasco gigantesco. Dava tchau pra todo mundo (que me acompanhavam até a rua) e PUF!, me jogava. Mas eu nunca me jogava pra morrer e, sim, pra acordar do sonho. Era como se meu subconsciente estivesse me avisando que estava na hora de acordar.
Certa vez sonhei com experimentos científicos realizados dentro de uma Igreja, envolvendo minha avó e uma mulher careca que, com eletrodos grudados na cabeça, geravam energia suficiente para que um bebê nascesse - detalhe: o bebê saía de dentro de uma gaveta no altar do padre!
Isso pra mencionar só os mais memoráveis sonhos da minha infância.
Hoje em dia, não vôo mais. Mas, em compensação, as loucuras que envolvem o contexto dos meus sonhos parecem as mesmas, só que agora na temática mais comum e apavorante entre os adultos: relacionamentos.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Programa de gordinha tensa.

Como eu comi nesse feriado, que Deus me ajude na difícil tarefa de me livrar do Burguer King, do churrasco, do almoço na casa da tia, da coca-cola, do pedaço de bolo e dos salgadinhos de festa... Amém.

Tendo dito isso, eu digo a vocês que não existe nada melhor do que um programa de gordinha tensa. Sério. Das coisas que podemos fazer pra celebrar a preguiça do mundo, acreditem, essa está no TOP 5 da categoria.
Vai dizer (e seja sincero/a), quando se trata de comida, junk food embaixo das cobertas ganha disparado como a comidinha preferida! Ainda mais se você estiver assistindo seu seriado favorito.

Mas como todo bom tempo livre que consigo agarrar, também utilizei o feriado pra fazer compras e dar uma volta no paraíso: o shopping. E, devo admitir, sinto que esse inverno será muito promissor...

terça-feira, 28 de abril de 2009

Sobre o ócio.

Eu nunca achei que fosse dizer um sacrilégio desses, mas ficar no trabalho e não ter nada pra fazer é uma tortura. Sério. Já fiz um twitter – mais uma daquelas cyber-maluquices, tipo um blog pra posts muito, muito, mas muito curtos mesmo. Já falei com quase toda a minha lista do MSN, sem obter grandes respostas (devo estar em baixa no mundo virtual...). Escutei música, escrevi um soneto, me declarei pro meu colega de gabinete, cof, nada surtiu efeito. E, pasmem, até criei esse blog. Tudo bem que o blog eu tava querendo fazer há tempos, desde que o meu antigo domínio (http://mahz.blogger.com.br/) foi sequestrado pela globo, que impôs como resgate uma assinatura mensal! Noooot!
Enfim, depois de muita auto-análise, cheguei à seguinte conclusão: só tem graça não trabalhar quando você está matando serviço. Parece que, daí, entra aquele fator ADRENALINA na coisa. Pô, você tem mil coisas pra fazer mas, só de despeito, você escolhe burlar o sistema, enganar o chefe e fazer o que? Na-da. Aí sim a coisa tem graça!
No entanto, quando nada se tem pra fazer, as horas se tornam um exercício de criatividade laboral. E, devo admitir, acho que não sou muito criativa nesse setor...

P.S.: Falando em criatividade... Que exercício de criatividade tentar achar um nome decente pra um blog. Sério. Fiquei mentalmente exausta e tenho um novo apreço por combinações aritméticas.